Trata-se tudo de linguagem. É o que muitas coisas indicam nos últimos anos. Deixamos de buscar as certezas das existências nas explicações das coisas e passamos a tentar entender como a linguagem “cria” as coisas.
Quando entramos neste campo, na avaliação deste iniciante nos caminhos, entramos também num labirinto sem saída, ou melhor, um labirinto com muitas entradas e saídas. Qual a melhor entrada? Para qual saída? Será esse saber possível antes do caminhar até a saída?
Quantas vezes entramos no labirinto? Para que? O caminho, o caminhar passa a ser o que importa. Entramos e vivenciamos cada caminho. Chegamos a uma saída, voltamos para uma entrada. Vivemos novo caminho. Tem quem um dia escolha um só caminho. Não por isso se pode dizer que chega sempre no mesmo lugar.
Há os caminhos que vemos, ao menos os seu começos. Outros ….
O que se segue agora é sair das coisas e ir para ações, dos substantivos para o verbos, da metareciclagem para transformação social .

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